A disciplina Marcas: imagem e identidade corporativa entrou na grade do curso de pós-graduação da Cásper Líbero em 2007. De lá para cá, muitas pessoas interessadas em estudar o universo das marcas apresentaram análises sobre o assunto. Este blog, agora repaginado, é a ferramenta em que deixamos essas reflexões reunidas e disponíveis como instrumento de pesquisa.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Sobre os seminários
O exemplo oposto, da Ypê, trouxe dados conflitantes e curiosos. Apesar de ser claro que a empresa não consegue realmente plantar uma árvore para cada detergente vendido, como sugere a propaganda, ainda sim consegue figurar como Top of Mind Ambiental. Desta forma, talvez a publicidade até consiga levar uma mensagem sustentável ao consumidor final (e por sua vez levar a marca aos rankings), mas não necessariamente consegue criar (e sustentar) sozinha uma marca forte.
Já no seminário sobre as marcas de bebidas alcoólicas e cigarro, levantaram-se questões importantes sobre a força das marcas nesse mercado.
Com a dezenas de restrições governamentais impostas nos últimos anos no país, as empresas de tabaco tem se esforçado nos pontos de venda para tentar manter suas marcas vivas na cabeça dos consumidores. Segundo as pesquisas apresentadas, até então, estas ações tem surtido efeito, e o número de novos fumantes continuam crescendo.
No entanto, será que, após alguns anos de proibições, estas marcas conseguirão se fazer presentes na mente do consumidor apenas com informações no ponto de venda? E as marcas de bebidas alcoólicas, se tiverem as mesmas restrições, também se sustentariam? Ao meu ver, cerveja e cigarro sempre estarão presentes na sociedade, mas com menos propaganda, as marcas certamente perderão valor com o passar dos anos, e bem menos empresas sobreviveriam vivas no mercado.
Além destes, o seminário sobre a imagem do homem nas marcas esportivas foi bastante interessante, especialmente para contrapor o seminário que apresentei com meu grupo, sobre a imagem da mulher nas marcas de cosméticos.
Pode-se perceber que empresas como Nike e Adidas se utilizam de vários esteriótipos para compor seu ideal de homem, assim como as marcas de cosméticos utilizam dos mesmos recursos para compor a imagem da mulher. Mas através de um esboço de um retrato do homem ideal para as mulheres, o grupo conseguiu deixar ainda mais claro que as marcas esportivas baseiam-se exclusivamente no repertório de seu público-alvo para compor os personagens de seus anúncios, e não necessariamente na construção de um homem ideal que fosse aceito por todos.
Fernando Motta
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
O Mercado do Luxo no País do Futebol e Carnaval Dá Samba?
O grande boom das grandes grifes de luxo no país explodiu na década de 90, quando muitas marcas que já eram conhecidas e consumidas fora do país, inclusive por brasileiros começou a desembarcar no país inspiradas no sucesso obtido por algumas marcas aventureiras que haviam se instalado anteriormente. Há marcas que estão instaladas no Brasil desde a década de 50, mas possuíam uma ou outra loja, atualmente há empresas que tem cerca de 2.000 funcionários, é um número considerável, levando em conta que apenas uma pequena parcela da sociedade é consumidora desses produtos/serviços. domingo, 11 de dezembro de 2011
Posts Seminário - Stevan Scarparo
Mercado de Luxo
Na apresentação sobre o mercado de luxo foi identificado que este segmento está em crescente desenvolvimento em nosso país.
O ascensão social é uma realidade no Brasil, sendo assim a renda da população vem crescendo a cada ano, o que possibilita que a população tenha acesso a mercadorias que antes pareciam apenas um sonho.
Marcas como Armani, Louis Vuitton e várias outras empresas do segmento de luxo estão investindo pesado nas terras Brasileiras.
Na minha opinião o que move o mercado de luxo é mais o consumismo que a necessidade, uma vez que os objetos comercializados neste segmentos são objetos de desejo e propiciam ao dono um "status" diferenciado ao restante dos mortais.
Estudos fornecidos pelo IBGE mostram que o Brasileiro nunca consumiu tanto como nos últimos anos mas também o nível de inadimplência acompanha este crescimento.
Então concluímos que do Luxo ao Lixo a nova ordem é gastar, os produtos que deixam de suprir simples necessidades e passam a suprir desejos consumistas dos clientes estão em alta.
Concluímos então que o mercado de Luxo faz bem psicologicamente aos seus consumidores pois eles provam para a sociedade que "podem" dar-se este luxo enquanto a grande maioria da população ainda procura suprir necessidades primárias como ter refeições em suas mesas todos os dias.
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Perfil da Mulher Brasileira através da imagem das marcas de Cosméticos
Durante o seminário tivemos a oportunidade de presenciar um verdadeiro mapa da mulher Brasileira através da observação do consumo de marcas de cosméticos.
A classe B lidera a compra de produtos de cosméticos no brasil sendo que nas classes A e B as mulheres são maioria
A nova classe média moviemntou 19 bilhoes de reais em 2010, ou seja um crescimento de 228% entre 2002 e 2010.
A classe C hoje busca novas posições como consumidoras, viajam de avião e utilizam cosméticos importados.
Hoje escolhem as marcas favoritas ao invés de preocupar-se com o preco.
70% acreditam que a beleza aumenta o sucesso na vida.
Vendo estes dados constatamos novamente o crescimento da economia brasileira com visível movimentação nas classes sociais.
As grandes marcas estão investindo em "garotas propaganda" nas quais as mulheres se espelham, admiram e procuram seguir as tendências por elas ditadas.
A partir deste trabalho conseguimos identificar qual o perfil dos consumidores do segmento de cosméticos no Brasil e poderemos fazer projeções sobre o crescimento deste mercado nos próximos anos.
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Fortalecimento da Marca e Ações de Responsabilidade
O Grupo inicia a apresentação definindo exatamente o que seria a tão comentada "Sustentabilidade" pois ao contrário do que se imagina a Sustentabilidade não se baseia apenas em ações voltadas para a conservação ambiental.
"Sustentabilidade é a capacidade de satisfazer as próprias necessidades sem reduzir as oportunidades das gerações futuras"
Conceito que foi introduzido por Lester Brown (fundador do Wordwatch Institute) no início da década de 80.
Ser sustentável é a propriedade de um processo que, além de continuar a existir no tempo, revela-se capaz de:
sábado, 10 de dezembro de 2011
Análise das apresentações
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Luxo x Lixo
Conforme estudamos em sala, qualidade de produto é um fator primário para a construção de branding; portanto, fica evidente que todas essas marcas apresentam bons produtos; no entanto, algo que me intriga bastante, é o quanto o nome, nesses casos, tem muito mais valia.
Marca e serviços agregados (seja no atendimento, no pós-venda, em itens inclusos na compra ou qualquer coisa que os diferencia do standart) conseguem fazer com que o preço final do produto ou serviço vendido seja muito elevado e eu me pergunto: será que valem tudo isso? Será que vale a pena pagar por isso? Por melhor que seja a marca, por mais conceituada... Os valores praticados não são extremamente abusivos?
Outro fator interessante a se estudar quando falamos sobre mercado de luxo é a questão da falsificação e das segmentações dessa falsificação. Saiu hoje uma matéria falando da falsificação de camisinhas com a marca Louis Vuitton. Sim, camisinhas de grife!!!!!!! Idealizadas por um arquiteto da República da Geórgia, a intenção era arrecadar fundos para uma fundação de pesquisa sobre a Aids. A marca não tem nada a ver com a criação (ou seja, as camisinhas são falsificadas, olha o perigo!), mas devido aos boatos que rondaram o assunto, vários fãs da marca sairam em busca do produto (que custava 68 dólares. Por uma camisinha. Falsificada.)
O estudo do mercado de luxo, acredito eu, é muito importante para quem quer entender branding; pois o status que essas marcas conquistam e o valor que conseguem agregar a seus produtos demonstram muito o poder que esse trabalho pode ter. Vale lembrar aqui um texto que discutimos no início das aulas, de Nizan Guanaes, sobre a importância do trabalho de relações públicas (não só propaganda) para a construção de marcas globais. Falta essa cultura no mercado brasileiro, mas, aos poucos, ainda podemos chegar lá.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Post's apresentações

O grupo começou apresentando a característica de como o país nasceu e foi colonizado. Desde então, pode-se dizer que a construção da marca EUA se deu fortemente pelo reconhecimento marcante que seu povo tem de suas forças e do seu sucesso. São patriotas e dificilmente
se encontra um povo que ame tanto seu país quanto os americanos. Sua população consome, na grande maioria das vezes, produtos produzidos internamente, tanto alimentícios, vestuário ou produtos de entretenimento.
Fusões e o Impacto na Imagem e Identidade das Marcas Envolvidas: Banco Santander e Banco Real

O grupo apresentou, ao meu ponto de vista, um case de sucesso. Ficou claro como as duas empresas foram inteligentes em somar suas características mais marcantes e importantes para seu consumidor, como a sustentabilidade (no caso do Banco Real) e o banco que valoriza as ideias (Santander).
O Perfil da MulherBrasileira através da imagem das Marcas de Cosméticos
Foram analisadas as marcas L’oréal e O Boticário.

Iniciou-se com um estudo sobre o perfil da mulher brasileira e o mercado de cosmético no Brasil e no exterior. Pode-se perceber que as duas empresas possuem imagens diferentes do seu tipo de mulher. A empresa L’oreal tem um foco maior em mostrar a mulher com mais glamour, enquanto O Boticário tem a visão de uma mulher mais simples, mais natural, focando na mulher no seu dia-a-dia.
domingo, 4 de dezembro de 2011
A imagem do homem ideal
sábado, 3 de dezembro de 2011
E a mulher Avon, quem é?
As famosas de Avon não tem a atmosfera glamurosa em torno de si, como as beldades de L'Oreal. Reese Witherspoon dos filmes românticos fofinhos de Hollywood; Fergie, cantora sexy, porém despojada; Paola Oliveira, a atriz global ainda em ascensão. Famosas sim, mas não as primeiras "divas" que nos vem a mente quando o assunto é beleza. Talvez opções mais baratas de rostos famosos, mas, sem dúvidas, com apelo mais popular, para o público que opta por Avon por se tratar de uma marca de grande qualidade e preço mais acessível.
É interessante refletir como, apesar de todas as empresa citadas representarem o segmento beleza, cada uma utiliza imagens diferentes de mulheres e o reflexo da imagem dessa mulher em relação ao posicionamento da marca no mercado. Qual modelo, anônima ou famosa, escolher para representar seus produtos? Qual diferenciação criar em comunicação frente ao que é produzido pelos seus concorrenes? Qual a sua verdade?
... Respostas tão difíceis de se encontrar em um mercado tão competitivo e dinâmico como o de cosméticos ... Problemas tão bem solucionados por Natura, L'Oreal e, até mesmo, O Boticário ... Soluções, que eu ainda tenho minhas dúvidas, Avon já tenha encontrado para si...


