A disciplina Marcas: imagem e identidade corporativa entrou na grade do curso de pós-graduação da Cásper Líbero em 2007. De lá para cá, muitas pessoas interessadas em estudar o universo das marcas apresentaram análises sobre o assunto. Este blog, agora repaginado, é a ferramenta em que deixamos essas reflexões reunidas e disponíveis como instrumento de pesquisa.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Hotéis, resorts, restaurantes e spas fazem parte do seguimento que mais cresce no mercado de luxo. Serviços. É o que a maioria do milhonários têm procurado para sua hora de lazer.
Temos como exemplo em São Paulo o shopping Cidade Jardim, com inúmeas lojas luxuosas nacionais, estrangeiras, até mesmo estrangeiras estreantes, spa, ambiente acolhedor, seviços diferenciados e um cinema de encher os olhos.
Claro, quem já está nesse mundo não quer sair de maneira nenhuma, e quem não está, faz de tudo para chegar lá, nem que seja apenas sonhar com uma sessão de Tropa de Elite em uma poltrona reclinável que lembre sua cama.
Ao gosto do freguês
E me parece que a coisa sem forma agradou lá fora. Segundo o mesmo jornal, desde sua criação, em 2005, foram atendidos mais de 1.600 pedidos de uso da Marca Brasil. E, até o ano passado, o símbolo foi utilizado em produtos e publicações de diversas empresas em 19 países.
Sucesso ou insucesso? Fica ao gosto do freguês. O fato é que o símbolo que representa a imagem do turismo brasileiro e dos principais atributos de exportação do país no exterior está aí, circulando. E é através dele que publicações de turismo, companhias aéreas, operadoras e agências de viagem, hotéis e pousadas, eventos de moda e gastronomia estampam a marca do nosso país em seus produtos.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Mais que uma simples logomarca

"No projeto enfatizamos as curvas, as sinuosidades que como forma expressam o Brasil e representam o aconchego".
A logomarca dividiu opiniões, afinal foram investidos R$4 milhões no processo de criação da marca.
Será mesmo que um país que além de toda sua beleza natural e histórica,com tantas diversidades culturais,o país do futebol, do carnaval ,de novelas, com tantas celebridades conhecidas pelo mundo a fora;merecia ser representado, mesmo que seja simbolicamente dessa maneira?
Fica a crítica.
Simone Vespoli Alonso
Luxo é ser exclusivo!
Marca País - Brasil
O Ayrton Senna é um grande exemplo disto, que é referencia não só de Piloto Brasileiro, mas como de todo o mundo. Mesmo depois de mais de 10 anos de sua morte, ele é considerado um "ícone" do país Verde e Amarelo.
Assim como o Pelé, que é lembrado como Rei no mundo todo - salvo a exceção da Argentina, mesmo não jogando a anos.
Mas nos últimos tempos o que mais simboliza a nossa Pátria Amada é o nosso Presidente Luís "Lula" Inácio da Silva, o que nos mostra como o posicionamento político, mais do que qualquer outro, é o que traz maiores mudanças sobre como somos vistos pelo mundo.Qual o limite do luxo?

O Brasil está na MODA
O mercado de luxo no Brasil teve um crescimento de US$ 3,9 bilhões em 2006 para US$ 6,45 bilhões em 2009, prevendo ainda um crescimento acima de 50% para 2010. Devido a este vigor econômica o Brasil despertou a atenção de investidores internacionais. No entanto, a estrutura do mercado de luxo brasileiro ainda tem em sua maioria grifes e marcas estrangeiras e o capital de implantação é ainda de origem predominantemente brasileira.
As grifes de luxo do mercado da moda são as que percebemos com maior facilidade sua ampliação. Estas marcas internacionais e nacionais ganharam até locais exclusivos como os shoppings direcionados para o público AAA, como o Shopping Cidade Jardim em SP e o Shopping Village Mall no RJ.
As marcas de luxo ainda tem o grande desafio de expandir os negócios sem perder a exclusividade, tão valorizada pelo consumidor.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Marcas de luxo - Nova demanda de consumidores
De acordo com o professor da Faap, Silvio Passarelli, e autor do livro “O Universo do Luxo – Marketing e Estratégia para o Mercado de Bens e Serviços de Luxo”, quem tem informação sobre uma determinada área, em função deste saber, opta por um produto melhor, de maior qualidade, independente da classe social. Vale ressaltar que esse cenário faz que as pessoas comprem a melhor mercadoria permitida por sua renda.
“Um cidadão comum pode obter uma bolsa de grife sem necessariamente integrar estrato elevado da sociedade. A compra de um bom vinho pode ser parte de uma comemoração especial e não um hábito. É um comportamento cultural”, explicou.
O texto divulgado pelo site reforça essa nova tendência identificada no mercado nacional. Com o fortalecimento da Classe C, as pessoas com menor renda estão conseguindo comprar produtos de Luxo. Aqueles que têm conhecimento sobre o uma marca ou produto, poderá ter acesso a esse novo leque de consumo mesmo que seja para satisfazer um desejo. As marcas de luxo, por sua vez, estão atentas a esse novo cenário, e lançam produtos caros, porém com preços mais acessíveis, que possam atender a essa nova demanda de consumidores.
Marca Brasil - Logotipo Copa 2014
O Portal 2014 – A Arena de Negócios da Copa (http://www.copa2014.org.br/) lançou a campanha “Não gostou? Então faça”. A “brincadeira” solicitava sugestões de novos logos para representar o Brasil em 2014. Em pouco mais de um mês, cerca de 300 propostas de possíveis logos (uma média de 10 por dia) foram recebidas pelo portal. Os resultados foram bem mais criativos que a imagem oficial.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Competitividade é o desafio da marca Brasil.
Propicia a Marca Brasil, criada pelo Ministério do Turismo e estruturada no Projeto Aquarela – Marketing Turístico Internacional do Brasil, desenvolvido por iniciativa da Embratur. O projeto foi considerado pelo governo de alto nível de qualidade e genialidade, sendo a primeira iniciativa do gênero na história do país. Desta forma o conceito ampliou-se além do turismo, passando a vislumbrar também o comércio exterior brasileiro. O projeto reúne um conjunto de metas e estratégias de comunicação. Os resultados alcançados até agora demostram um crescimento no recall da marca de 11% para 20% entre 2006 e 2009, e o país tem se distanciado cada vez mais da imagem de destino exótico para os estrangeiros. Depois das definições da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, os horizontes foram agigantados. O Brasil tem com estes eventos uma grande oportunidade de demonstrar propriedade ao mercado externo. Só para se ter uma ideia do impacto que pode representar esses eventos, a Copa do Mundo alcança uma audiência global de 30 bilhões de impactos em quase 5 bilhões de espectadores. Se 1 em cada 10.000 vier ao Brasil e gastar U$ 100 numa semana, dobramos a receita do país com turismo.

